terça-feira, 17 de abril de 2012

Abandono


Não deixes que a onda do mar destrua
Tudo aquilo que fomos juntos
E que os nossos momentos
Seja apenas uma recordação do passado!

Muito te amei e grito bem alto
Esta paixão para que todos ouçam...
Agora... Que me abandonas!

É que a afeição só avalia a sua profundidade
Na hora da partida...
No meu desesperar o meu coração sangra... 

O vento te leva para longe... Além Mar...
E a brisa em suaves murmúrios toca a minha alma 
com suas lamentações de dor e amor magoado!

QUANDO DOÍ UM CORAÇÃO


QUANDO DOI UM CORAÇÃO.
Ainda sinto em min ‘alma
Pingos de tuas lágrimas
Feito um rio que desagua
Numa correnteza gélida.
Ouço tuas palavras ecoarem
A cortarem meu peito febril
Dor oculta, coração ardente.
Feito pássaro num voo em fim.
Saudade que fez sua viagem
Deixando lembranças infinitas
Marcadas com ferrão de imagens,
Sons, lágrimas jamais esquecidas.

COMO PODER!


COMO PODER!
Sabe aquele coração que enviastes?
O beijo que soprastes?
E a mão que acenastes?
Estão todos aqui guardados.
Para sempre em meu ser,
Onde ninguém pode ver,
Mas eu posso senti-los
Intimamente...
No fundo do meu coração
Eternamente.