quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011

O anoitecer e, amanhecer …

Sonhadoramente desde a adolescência que imaginariamente assemelho o encontro do dia e, da noite ou reverso a dois seres que simplesmente se amam fascinando o lado esquerdo do meu peito.

Quando anoitece, imagino o dia a entregar-se nos braços dela (noite). Atentamente contemplo o céu, demando a lua e, observo-os lentamente.

Cogito a noite sorrindo e, a agradecer a comparência das estrelas e, da lua majestosa rainha, desejando-as e, preservando-se com elas até ao nascer do novo dia.

Tem noites que fantasiosamente observo a noite e, vejo-a (a lua) "Lua Nova" e, imaginariamente assemelho-a a um doce coração ansiando pelo seu amor, "Crescente" quando o coração se preenche de amor,"Cheia" quando transborda de tanto amor e, “Minguante” quando se sacia de amor e, por isso diminui, vagarosamente.

Sorrio, analogamente, quando a Lua e, o Sol se eclipsam (dois coraçõezinhos se tocam) imaginando carícias e, ternuras fazendo desse instante um momento dissemelhante uno, e, especial ao meu olhar.

Nesse momento, confesso, que a natureza seduz-me e, encanta-me.

Silenciosamente os meus sentidos deslumbram-se e, o meu olhar, timidamente, envergonhadamente, declina-se porque semelho ao instante em que o amor entre eles acontece …

Tem outros dias que relembro a noite e, observo o amanhecer. O instante que reversamente o dia depois de uma noite de intenso amor ternamente, ensonadamente, esperta e, se desenlaça dos braços dela (noite), despedindo-se e, prometendo voltar a encontrá-la, brevemente.

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