quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O AMOR DÁ MESMO SAÚDE!!!



Independente de todos os estudos que possam ser feitos, o amor é e será sempre a mola principal que faz girar o mundo. Desde os primórdios da humanidade que assim é. Depois de muito se ter falado sobre religiões chega-se ao resultado final que é comum a todas, sejam elas quais forem, o amor ao próximo, seja através do amor aos pais, aos filhos, ao companheiro, etc.. É a essa mola que se está a perder ou a quebrar hoje em dia. Ainda há pouco ouvia na televisão a notícia de uma mãe que tinha morto um filho com dois anos, só porque não tinha tempo para ela. Ai meu Deus, eu ia caindo do sofá abaixo. Mas que mães são estas? Deviam ser proibidas de ter filhos. Onde anda o amor desta mulher de 24 anos? Devia ser esterilizada para não ter mais crianças. Por isso, hoje aqui deixo um texto bem positivo sobre o amor, para todos e todas que o leiam pensem que não há coisa mais bonita que o AMOR.


Não é por acaso que vos trago este tema: é simplesmente porque há muito tempo que defendo esta ideia e que, por ter sido alvo de um estudo divulgado recentemente, vale a pena ser destacada!
Segundo um grupo de cientistas suecos, o amor e a compreensão que se vive no seio familiar é uma fonte de estímulo para o trabalho mais rentável e, acima de tudo, uma fonte de diminuição do stress e da ansiedade.
Quer isto dizer que, quem julgava poder viver para a carreira e descurar a importância da estabilidade emocional, estava mesmo enganado, já que este é um pilar decisivo e fundamental para uma vida mais plena e capaz de expressar sentimentos de alegria e de satisfação.
Segundo os mesmos resultados, o conforto e a sensação do indivíduo se sentir amado e de corresponder emocionalmente ao outro, é uma fonte de bem-estar que contraria o que se vive nas sociedades ocidentais que é uma luta desenfreada pelo materialismo, por tentar dar do “bom e do melhor em casa”, sem que isso se reflicta no carinho, na intimidade plena, no diálogo e na sensação de nos sentirmos compreendidos.
Posto isto, organizar os nossos dias de forma a reservar um tempo à expressão do que se sente, mesmo nos dias em que não estamos tão predispostos é uma solução para dar um sentido mais interessante à vida humana.
Se ainda há quem pense que o amor reduz o potencial de trabalho e de poder ascender profissionalmente, é melhor que mude de atitude, pois efectivamente isso não corresponde à realidade, pois ninguém consegue viver sem amor e dá mesmo muito sofrimento fazer de conta que a carreira nos preenche sem esse equilíbrio!
O que nos dá stress e ansiedade; as patologias modernas, é esse vazio e o não ter onde descomprimir e compensar o desgaste diário. Se está apaixonado, viva essa sensação, se ainda não encontrou o amor, deixe-o acontecer! Ganhará a sua saúde, o seu trabalho e sensações únicas e intransmissíveis”

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