quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

... sou...


Sou por vezes doçura
Frágil como um raio de luar
Onde não há amargura
Nem penas para chorar

Sou aquela que tudo entrega
Ás ondas do meu mar
E que por amor sossega
Sem querer despertar

Sou uma onda no mar
Um capricho do vento
Um desejo de amar
Um louco pensamento

Sou um fogo acesso
Um desejo ardente
Um anjo caído
O passado e o presente

Sou fonte de alegria
Que nasce de uma ferida
Uma rocha fria
Que chora escondida

Sou também a tristeza
Uma lágrima de ternura
Uma carta sobre a mesa
A inimiga da amargura

Sou alma iluminada
Um coração a bater
Sou tudo e não sou nada
Sou apenas uma mulher!

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