Solidão
O vazio atormenta
na estrada da vida
Pensamentos
vagam pelas ruas como um andarilho
há procura de um poíso
Amargura no olhar consome
arrasta a sombra
da solidão viva
que aos pedaços come

Com o outono caído nos lábios
e um punhado de palavras
na mão esquerda
tropeço nas pedras,
dobro os joelhos,
agora que caí quem me levanta?
Quem me vem ler a mão?
E me sopra as palavras, que há tanto tempo carrego,
ao coração?
Sem comentários:
Enviar um comentário