
(Do "meu" Sagrado Guardião)
Olhei a humanidade na superfície;
O Caos.
Em meu ser o impácto de uma Fúria Infernal,
Revolução dos Elementos...
Numa oitava além da humana
Cantos mântricos
Que vem dos Domínios do Ancião da Noite
Decretos de Mortes...
O Ceifeiro irrompeu das Trevas Abismais
Agora,
Caminha sobre a superfície.
Demônios de toda sorte esbravejam
Reativos e inconformados.
Nos homens,
Loucura e medo comandam
Os Elementos se levantaram
A Vingança tem início.
A Espada e o Alfange
Lei e sentença
Pesam sobre as cabeças descobertas.
É a Noite do Nadir
Que desceu sobre os Homens
Até que o ódio diminua
As vozes acalmam-se
E os lamentos cessem...
Depois do Caos, a Paz
Sobre o sangue,
A Luz.
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