domingo, 24 de outubro de 2010

SOLIDÃO


SOLIDÃO

E num vazio insustentável
Começo a madrugada
E como dela sou parte,
enfrento...
Não há uma tristeza acintosa
Nem um cinismo premeditado
Pois eu respeito como lei
o que a noite me dá ou toma...
foi daqui que ensaiei
meus melhores
passos
foi aqui também que ri
dos meus tropeços
embaixo da luz da lua...
e se angustia eu firmo agora
a noite aceita...
a solidão para noite
é par...
e assim
hoje...
somos tríade calada e úmida...

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